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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Vaso Trincado

Vaso Trincado

Na propriedade de um fazendeiro muito honesto e caridoso existia um jardim muito lindo. À margem deste jardim, escondido entre arbusto, se encontrava um vaso trincado. Certo dia o fazendeiro, vasculhando entre os arbustos encontrou o vaso e acolhendo-o com amor, exclamou: " Querido vaso, eu vou precisar de ti ". Envergonhado e sem jeito, o vaso trincado respondeu: " Senhor, sou um vaso trincado e não sirvo para nada ". O fazendeiro insistiu: " Meu querido vaso, é assim que eu quero precisar de ti. Eu poderia plantar uma flor no jardim e ela cresceria, e , contemplando-a, todos admirariam. Eu preciso de ti para dentro plantar uma flor e assim poder embelezar recintos como salas, capelas e outros ambientes ".
O vaso, preso em seu defeito de rachadura, esquecia-se de que tinha muitas e boas qualidades. Respondeu então com tristeza e desprezo: " Mas senhor, não irei embelezar; aparecerá logo minha rachadura e tirará a beleza da flor". O senhor lhe respondeu: " Meu querido vaso, não tenhas medo, deixa-te manipular por mim para onde eu quiser colocar-te, e plantarei uma flor dentro de ti de maneira que ela se estenda sobre o teu lado trincado, cobrindo-o com suas folhas verdes e belas ". O vaso, cabisbaixo, trêmulo, arriscou- se a pronunciar o seu SIM, dizendo: " Aceito ser usado por ti assim como sou disponível para o que quiseres de mim, contanto que se FAÇA A TUA VONTADE ". Ouvindo isso o fazendeiro, com todo carinho, tomou o vaso trincado, colocou terra boa no seu interior e plantou uma flor muito linda, que se estendeu sobre sua rachadura e cobriu-a com suas folhas verdes e belas... Colocou-o na portaria de sua casa para que todos os que ali passassem pudessem admirar aquela flor, que, por ser tão linda, trazia presente o poder do seu Criador.
O vaso percebendo que, apesar de trincado, fora escolhido para gerar uma flor dentro de si, exclamou: " Senhor , não deixes jamais morrer dentro de mim essa flor, pois sem ela sou um vaso sem vida, feio e sem graça. Obrigado porque quiseste precisar de mim assim como sou, para revelar o teu poder e as tuas maravilhas aos meus irmãos. Que todos os que se chegarem a mim sintam a tua presença" .

PARA REFLETIR

Lembre-se a beleza do vaso não esta no vaso, e sim na flor... Meu querido somos como vaso, e somos imperfeitos, mais o Espirito Santo é a nossa flor, que pela sua graça e grandeza, enfeita e da utilidade a este vaso imperfeito.


ECM

quarta-feira, 30 de março de 2011

Lenhador

Lenhador

Conta-se que um jovem lenhador ficara impressionado com a eficácia e rapidez com que um velho e experiente lenhador, da região onde morava, cortava e empilhava madeira das árvores que derrubava. O velho lenhador era um homem tranqüilo, bem relacionado com todos e era tido como uma pessoa de bom coração, além de ser considerado o melhor lenhador de toda a redondeza.
O jovem o admirava e o seu desejo permanente era de um dia, torna-se tão bom, se não melhor, que aquele homem, no ofício de cortar madeira. Certo dia, aquele jovem finalmente decidiu procurar o velho lenhador com o propósito de aprender com quem mais sabia e assim tornou-se o melhor lenhador que aquela cidadezinha já tinha ouvido falar. Passados alguns dias daquele aprendizado, o jovem resolvera que já sabia tudo e que aquele velho não era tão bom quanto falavam. Sendo assim, o jovem decidira afrontar o velho lenhador, desafiando-o para uma disputa: em um dia de trabalho quem cortaria mais árvores?. Aquele velho lenhador aceitou, sabendo que seria mais uma oportunidade de dá uma lição no jovem arrogante. E assim fizeram, reuniram testemunhas, formaram comissão julgadora, organizaram torcida, delimitaram as áreas onde seriam cortadas as árvores e, no dia escolhido para o confronto, lá se foram decidir os dois quem seria o melhor.
De um lado, o jovem forte, robusto e incansável, mantinha-se firme, cortando as suas árvores. Do outro, o velho lenhador, desenvolvendo o seu trabalho silencioso, tranqüilo. Também firme e sem demonstrar nenhum cansaço.
Num dado momento, o jovem olhou para trás a fim de ver como estava o velho lenhador e qual não foi a sua surpresa ao vê-lo sentado. O jovem riu e pensou: ' além de velho e cansado, está ficando tolo, por acaso não sabe ele que estamos numa disputa?". E assim, ele prosseguiu cortando lenha sem parar, sem descansar um minuto.
Ao final do tempo estabelecido, encontraram-se os dois e os representantes da comissão julgadora foram efetuar a contagem e medição e, para admiração de todos, foi constatado que o velho havia cortado duas vezes mais árvores do que o jovem desafiante.
Este, espantado e irritado ao mesmo tempo, indagou-lhe qual o segredo para cortar tantas árvores, já que uma ou duas vezes que parara apenas para olhar, via-o sentado bem tranqüilo, enquanto ele não parou um só minuto. O velho, bastante sereno, respondeu: " todas as vezes que você me via sentado, eu não estava simplesmente parado, descansando. Eu estava amolando meu machado.
Em nossa chamada Cristã é a mesma coisa, precisamos ter tempo para "amolar" nossa ferramenta com a lima da oração e meditação na Palavra de Deus, ou então nossa tarefa não será desempenhada de modo satisfatório.

ECM

quarta-feira, 23 de março de 2011

Lata de Leite

Lata de Leite

Um fato real. Dois irmãozinhos maltrapilhos, provenientes da favela, um deles de cinco anos e o outro de dez, iam pedindo um pouco de comida pelas casas da rua que beira o morro. Estavam famintos 'vai trabalhar e não amole', ouvia-se detrás da porta; 'aqui não há nada moleque... ', dizia outro...

As múltiplas tentativas frustradas entristeciam as crianças... Por fim, uma senhora muito atenta disse-lhes 'Vou ver se tenho alguma coisa para vocês... Coitadinhos!' E voltou com uma latinha de leite.

Que festa! Ambos se sentaram na calçada. O menorzinho disse para o de dez anos 'você é mais velho, tome primeiro... ' e olhava para ele com seus dentes brancos, a boca semi-aberta, mexendo a ponta da língua.

Eu, como um tolo, contemplava a cena... Se vocês vissem o mais velho olhando de lado para o pequenino! Leva a lata à boca e, fazendo gesto de beber, aperta fortemente os lábios para que por eles não penetre uma só gota de leite. Depois, estendendo a lata, diz ao irmão 'Agora é sua vez. Só um pouco. ' E o irmãozinho, dando um grande gole exclama 'como está gostoso!'

'Agora eu', diz o mais velho. E levando a latinha, já meio vazia, à boca, não bebe nada. 'Agora você', 'Agora eu', 'Agora você', 'Agora eu'.

E, depois de três, quatro, cinco ou seis goles, o menorzinho, de cabelo encaracolado, barrigudinho, com a camisa de fora, esgota o leite todo... ele sozinho.

Esse 'agora você', 'agora eu' encheram-me os olhos de lágrimas...

E então, aconteceu algo que me pareceu extraordinário. O mais velho começou a cantar, a sambar, a jogar futebol com a lata de leite. Estava radiante, o estômago vazio, mas o coração trasbordante de alegria. Pulava com a naturalidade de quem não fez nada de extraordinário, ou melhor, com a naturalidade de quem está habituado a fazer coisas extraordinárias sem dar-lhes maior importância.

Daquele menino nós podemos aprender a grande lição, 'quem dá é mais feliz do que quem recebe. É assim que nós temos de amar. “Sacrificando-nos com tal naturalidade, com tal elegância, com tal discrição, que os outros nem sequer possam agradecer-nos o serviço que nós lhe prestamos.”

ECM

terça-feira, 15 de março de 2011

Reflexão sobre o mestre Jesus

Reflexão sobre o mestre Jesus

A imagem romana de Jesus com seus lindos cabelos loiros e olhos azuis é muito parecida com o deus que os homens criaram, e não com o Deus que criou os homens. Este Jesus não precisaria receber um beijo de Judas Iscariotes para ser reconhecido naquela noite gélida da traição. O Jesus verdadeiro era igual ao seu povo, se vestia com as mesmas roupas, com as mesmas sandálias, e por isso, poderia ser facilmente confundido com um dos seus discípulos. Obviamente que esta aparência comum de Jesus não combinou com a grandeza do maior império de todos os tempos.
Infelizmente para a nossa geração ler algo sobre Jesus é um pouco desinteressante. Sei também que se este texto estivesse vinculado em alguma personalidade, um astro, ou quem sabe no BBB, o número de leitores certamente seria muito maior.

Mas como não estou interessado em me tornar famoso e célebre, muito menos alcançar um milhão de acessos em meus textos, coloco no papel por onde minha mente andou passeando e isso me faz mais feliz.

Falar sobre Jesus é difícil, porque quando se menciona este nome, se forma uma tsunami dentro da mente humana, que arrasta tudo que é sóbrio para tudo que é místico.

O homem perdeu o entendimento de olhar para Jesus sem alienar a ele um milhão de doutrinas e tradições eclesiásticas, que tiram qualquer interesse sobre este homem que acostumamos ver crucificado em templos deste século.

Ficando com o Jesus puro, sem nenhuma invenção, nem intervenção humana, conheço um Jesus interessante.

Um Jesus que não somente operava curas, mas que ensinava o povo todos os dias, e de noite ia dormir no monte das oliveiras. Se o povo madrugava para escutar aquele homem falar, é porque seu discurso e suas palavras eram interessantes e verdadeiras. Jesus não poupou falas duras com medo de perder seu ouvintes. Jesus não foi vencido pelo medo ou pela vaidade e apontou o dedo para a religiãoa chamando de hipócrita, e para o homem o chamando de mau, e mesmo em meio as suas falas mais duras e severas, Jesus sempre esteve cercado de um grande público.

Quando falamos neste Homem uma enxurrada de cenas e situações preenchem a nossa imaginação, entretanto, o que mais Jesus fez quando esteve entre nós, foi ensinar o homem a viver uma vida melhor.

Quando Jesus colocava o ponto final em suas falas, milhares de pessoas haviam aprendido coisas importantes. Se descortinavam homens melhores porque haviam escutado palavras sóbrias e de entendimento, e não haviam participado de um ritual místico e sobrenatural.

Esta relação de ensino e aprendizado se encerrou quando a religião abocanhou Cristo como seu grande personagem. Começou então uma relação diferente entre Jesus e o ser humano. Este Jesus da religião parou de ensinar, proibiu ao homem o conhecimento, fechou as portas do pensamento, e priorizou o ritual mais do que o aprendizado.

Hoje, vivemos estas conseqüências genéticas e hereditárias em nosso ser. Herdamos uma fé ritualista e pouco profunda. Conhecemos um Jesus mais místico e sobrenatural, do que prático e verdadeiro.

Jesus não queria ser um rito para ninguém, mas queria ser uma verdade, um estilo de vida, e uma realidade.

O que as pessoas escutavam de Jesus as transformavam. Os ensinamentos do Cristo que tornavam as pessoas sãs, e não a sua presença mística.

Não estou fundamentando uma nova verdade, somente repassando o que Jesus disse em algumas ocasiões.

Os religiosos certamente ficarão irados com este texto, mas se eles perdessem seu tempo aprendendo com o mestre, descobririam que Jesus não se aliou a religião, mas ela se aliou a ele.

Jesus não é um personagem místico e irreal. É um professor, é um mestre, é um ser vivo. Não estou cumprindo um ritual nesta manhã, mas estou aprendendo mais um pouquinho com aquele que veio para ensinar o homem a criar, e não somente a reproduzir.

Quando o homem volta a ser um aprendiz e Deus um professor, então, algo de divino começa a acontecer nas entranhas do nosso ser, e esta metamorfose causa no homem um impacto moral e pedagógico que nenhum rito por mais bonito e majestoso que seja poderá realizar em toda a sua história.

ECM

sexta-feira, 4 de março de 2011

Honestidade

Honestidade

Conta-se que por volta do ano 250 a.c, na China antiga, um príncipe da região norte do país, estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar.

Sabendo disso, ele resolveu fazer uma "disputa" entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta. No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.

Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.

Ao chegar em casa e relatar o fato à jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração, e indagou incrédula :
- Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes todas as mais belas ricas moças da corte. Tire esta idéia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.

E a filha respondeu :
- Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, isto já me torna feliz.

À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções. Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio :
- Darei a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.

A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de "cultivar" algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos etc...

O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se
preocupar com o resultado.

Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido. Dia após dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado.

Consciente do seu esforço e dedicação a moça comunicou a sua mãe que,independente das circunstâncias retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.

Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena.

Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa.

As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado.

Então, calmamente o príncipe esclareceu:
- Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.

A honestidade é como uma flor tecida em fios de luz, que ilumina quem a cultiva e espalha claridade ao redor
- Que esta nos sirva de lição e independente de tudo e todas as situações vergonhosas que nos rodeiam , possamos ser luz para aqueles que nos cercam .

...

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Julgar

Julgar

A Bíblia é bem clara, quando Jesus em Suas palavras orientou, " não julgueis, para que não sejais julgados". No entanto, insistimos no erro e o que vemos hoje, são muitas pessoas fazendo julgamentos precoces e ainda tirando conclusões do que os outros falam e não do que eles mesmos veem.

Eis um exemplo do risco que representa a antecipação de conceitos a partir
da aparência das pessoas...

Malcolm Forbes conta que uma senhora, usando um vestido de algodão já
desbotado, e seu marido trajando um velho terno feito à mão, desceram do
trem em Boston, EUA, e se dirigiram timidamente ao escritório do presidente
da Universidade Harvard. Eles vinham de Palo Alto, Califórnia e não haviam
marcado entrevista.

A secretária, num relance, achou que aqueles dois, com aparência de caipiras
do interior, nada tinham a fazer em Harvard.

– Queremos falar com o presidente – disse o homem em voz baixa.
– Ele vai estar ocupado o dia todo – respondeu rispidamente a secretária.
– Nós vamos esperar.

A secretária os ignorou por horas a fio, esperando que o casal finalmente
desistisse e fosse embora. Mas eles ficaram ali, e a secretária, um tanto
frustrada, decidiu incomodar o presidente, embora detestasse fazer isso.

– Se o senhor falar com eles apenas por alguns minutos, talvez resolvam ir
embora – disse ela.

O presidente suspirou com irritação, mas concordou. Alguém da sua
importância não tinha tempo para atender gente desse tipo, mas ele detestava
vestidos desbotados e ternos puídos em seu escritório. Com o rosto fechado,
ele foi até o casal.

– Tivemos um filho que estudou em Harvard durante um ano – disse a mulher.
Ele amava Harvard e foi muito feliz aqui, mas, um ano atrás ele morreu num
acidente e gostaríamos de erigir um monumento em honra a ele em algum lugar
do campus.
– Minha senhora – disse rudemente o presidente – não podemos erigir uma
estátua para cada pessoa que estudou em Harvard e morreu, se o fizéssemos,
este lugar pareceria um cemitério.
– Oh, não – respondeu rapidamente a senhora. Não queremos erigir uma
estátua. Gostaríamos de doar um edifício à Harvard.

O presidente olhou para o vestido desbotado da mulher e para o velho terno
do marido, e exclamou:

– Um edifício! Os senhores têm sequer uma pálida ideia de quanto custa um
edifício? Temos mais de sete milhões e meio de dólares em prédios aqui em
Harvard.

A senhora ficou em silêncio por um momento, e então disse ao marido:

– Se é só isso que custa para fundar uma universidade, por que não termos a
nossa própria? O marido concordou.

O casal Leland Stanford levantou-se e saiu, deixando o presidente confuso.
Viajando de volta para Palo Alto, na Califórnia, eles estabeleceram ali a
Universidade Stanford, em homenagem a seu filho, ex-aluno da Harvard.

"A única instituição que se confunde com o Homem, é seu caráter!"

Por isso não generalize, nem emita pareceres e conceitos precipitados sem
conhecer toda a verdade, mas acima de tudo, jamais confunda um homem com a
Instituição que ele pretende representar, ainda que ele considere esta
possibilidade.

Stanford

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Aeroporto

Aeroporto

No aeroporto, uma moça estava aguardando o horário de seu avião.

Decidiu tomar um café na lanchonete enquanto lia o jornal. Comprou um saco de biscoitos, deixou suas coisas junto ao balcão e foi buscar o café. Quando voltou ao lugar onde tinha deixado a bagagem, um homem estava sentado ao lado, comendo seus biscoitos, despreocupado.

Irritada com a "cara de pau" daquele desconhecido, ela tirou um biscoito do pacote para mostrar que aqueles biscoitos eram seus. O homem não disse nada e tirou outro biscoito.

Ela tentava ler o jornal, mas sua irritação ia crescendo, pois o homem continuava a comer biscoitos, descontraidamente. Quando sobrava apenas um biscoito no pacote, ele o partiu ao meio, comeu metade e se levantou sem dizer nada.

Completamente furiosa, a moça comeu a metade que tinha sobrado do biscoito e fechou o jornal.

Quando abriu a mala para guardar o jornal, encontrou o seu pacote de biscoitos dentro da mala, intacto. A irritação deu lugar à vergonha. E, em um segundo, sua opinião sobre o homem transformou-se completamente!

P.S. – Muitas vezes, em nosso dia-a-dia, nossa percepção dos acontecimentos pode não corresponder exatamente à realidade. Precisamos estar muito atentos, para não sermos injustos na nossa maneira de ver as coisas. Ninguém é dono da verdade. Precisamos também levar em conta o ponto de vista das outras pessoas, para que tenhamos uma noção mais completa dos fatos. Se tivermos essa idéia sempre presente, já estaremos enxergando muito melhor o mundo ao redor.

Creditos PB Cleber
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