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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Tipos de Crentes

Tipos de Crentes

A bíblia diz assim em Tiago 2.19....
"Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o crêem, e estremecem."

No Dicionario a palavra Crente significa:
adj. Que crê no que a sua religião ensina.
Que acredita, persuadido.

Conclusão:
Não basta apenas acreditar que existe um Deus, você precisa aceita-lo em sua vida, fazer a vontade Dele e ser submisso a Ele. Isso é mais do que ser crente, isso é ser Cristão, é ser Nascido de Novo.

Abaixo segue uma lista de crentes que são encontrados em qualquer igreja:

CRENTE URSO: no inverno, fica hibernando
CRENTE AÇÚCAR: se sair com chuva, derrete.
CRENTE CHUCHU: que pega qualquer gosto, "Maria vai com as outras"
CRENTE QUIABO: vive escorregando.
CRENTE AGENTE SECRETO: ninguém sabe que ele é crente
CRENTE BORBOLETA: que anda de igreja em igreja
CRENTE ÔBA-ÔBA: "tudó é festa"
CRENTE CARRINHO DE MÃO: alguém tem que empurra-lo até a igreja
CRENTE GELINHO: cheio dos "não me toques!"
CRENTE FLORZINHA DE JESUS: qualquer coisa , sai da igreja
CRENTE GABRIELA: "eu nasci assim, eu cresci assim, e vou ser sempre assim,Gabriela..."
CRENTE MACHADO: qualquer idéia, ele já corta.
CRENTE BULE: de "pô café" (pouca fè)
CRENTE ESCOTEIRO: só vai em acampamento
CRENTE KODAK: vive de revelação
CRENTE "6 ORA": seis ora por mim...
CRENTE ENXADA: quando o pastor está pregando, ele diz: é prá mim!
CRENTE PÁ: quando o pastor está pregando, ele diz:é pra ele!
CRENTE ALELUIA: só diz aleluia na hora errada
CRENTE COM DOM DO CANTO: fica lá no canto da igreja encostado e não quer saber de trabalhar!!!
CRENTE CELULAR: SÓ VIVE DESLIGADO OU FORA DE ÁREA.
CRENTE ROCAMBOLE: ENROLADO...

Eneas CM

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Armadura & Armas

Armadura & Armas

A localização da Palestina no encontro de três continentes lhe deu uma importância estratégica no Velho Mundo de proporções um tanto superdimensionadas. Circundada pelas grandes potências militares (Egito, Mesopotâmia, os hititas de Anatólia), aquela faixa de terra era constantemente alvo das ambições agressivas de outras nações. A invenção de novas armas, fortificações e táticas exerceram profunda influência sobre outras invenções. Inovação tática de um lado levava a invenção de contra-armas de outro.
Os três elementos básicos da arte de guerrear são mobilidade, poder de fogo e segurança. As armas em si raramente determinavam os resultados da batalha, particularmente quando ambos os lados estavam competindo equilibradamente.
A habilidade com que estratégia e tática foram disponibilizadas, o espírito do comandante em dirigir sua tropa e a precisão com que elas manejam suas armas foram fatores importantes em muitas batalhas mencionadas na Bíblia. Se bem que a Bíblia deixa claro que o fator mais decisivo para o sucesso de Israel na guerra foi sua obediência e a vontade de Deus.

ARMAS DE ATAQUE

O arsenal de um comando militar na antiguidade consistia da variedade de armas ofensivas destinadas a manter o inimigo envolvido a longo, médio e curto prazo. O arco e o estilingue eram as principais armas desenvolvidas para um conflito de longa distância, o dardo e a lança para média distância; a espada, o machado e a clava para curta distância.

ARCO
Os primeiros arcos eram feitos de uma peça de madeira sazonal. Nenhum tipo de arco de madeira, entretanto, tinha a leveza, rigidez e elasticidade requerida. Pouco a pouco pensou-se em combinar diversas madeiras naturais, partes de chifre e tendões de animal, e chegar-se à construção de um arco que conjugasse todas as demandas. A composição do arco resultante tornou-se uma arma de suprema importância. O arco de corda era feito de cipó, corda natural, couro curtido ou de intestinos de boi ou camelo. O arco era retesado com a mão (II Reis 13:16), usualmente curvado com o pé, o que requeria força considerável. (II Samuel 22:35; Jeremias 51:3)

FUNDA
Complementando o arco havia a funda, usada originalmente pelos pastores para afastar animais que molestassem suas ovelhas (I Samuel 17:40). A funda gradualmente assumiu importância como uma arma de guerra, sendo sua principal vantagem a simplicidade. Uma funda não só exigia pequena habilidade técnica para ser produzida, como as pedras usadas como projéteis estavam disponíveis no chão. Um fundista treinado podia atirar um míssil a 183 m de distância em qualquer terreno. A capacidade da funda para atirar em ângulo ascendente numa ladeira íngreme era particularmente importante num ataque a uma cidade cercada de fortificações. Sua principal desvantagem era que requeria treino intenso e experiência para conseguir habilidade no seu uso (Juízes 20:16).

DARDO E LANÇA
Essas duas armas eram empregadas para combates de média-distância e eram similares em aparência, mas diferentes em comprimento e operação. O dardo, geralmente mais leve e menor que a lança, era usado para lançamento. Parecia um grande arco que era arremessado com a mão. A lança era similar, porém maior, mais pesada e empregada inicialmente como uma arma contundente (Números 25:7-8). Os monumentos militares mais antigos conhecidos mostram que a lança já estava bem desenvolvida.

ESPADA
Um dos primeiros objetos feitos de ferro, a espada era empregada para perfurar ou golpear. A espada perfurante desenvolvida como uma lâmina estreita e longa, se afinava na ponta para furar o corpo. Suas bordas finas eram tão afiadas que podiam servir como instrumento de corte. A espada golpeante, por outro lado, tinha somente uma borda afiada, com a parte mais larga da lâmina não no centro mas ao longo de sua borda cega. Essa espada era quase sempre curva, dando-lhe muitas vezes a aparência de uma foice, mas com a borda externa, convexa afiada como a lâmina cortante. O amplo uso das espadas de lâmina longa naquele tempo, explicam a frase repetidamente usada na Bíblia para descrever as conquistas de Josué sobre os cananitas: Josué os atingiu com a borda da espada (Josué 8:24; 10:28-39). Essa expressão seria imprópria para a ação de uma espada curta, reta e estreita usada como uma arma contundente. Um excelente exemplar de espada curva foi encontrado em Gezer na Palestina, no túmulo de um nobre, datando da primeira metade do século 14 AC. O mesmo tipo de lâmina foi também retratado numa antiga escultura em marfim de Megido, nos idos do séc 13 AC. Durante aqueles séculos ocorreram avanços na tecnologia de forjar o ferro, que se refletiram no desenvolvimento de espadas retas, muito usadas por alguns povos, entre eles os filisteus. No tempo de Saul, os filisteus usaram sua tecnologia para se estabelecerem como habitantes da cidade e como presença militar dominante na terra. Sua superioridade militar baseava-se em carruagens e numa infantaria equipada com armamentos pessoais de alta qualidade. Supervisionavam cuidadosamente a forjaria do metal bruto e impediam os israelitas de desenvolverem suas próprias forjarias (I Samuel 13:19-22). A alternância de poder dos filisteus para os israelitas não poderia ocorrer a menos que essa situação se modificasse.

CLAVA E MACHADO
A clava e o machado, desenvolvidos como alternativa para a espada antes que o metal bruto fosse forjado, eram destinados para luta manual. Consistiam de um punho de madeira comparativamente curto, uma de suas extremidades revestida de uma cabeça letal feita de pedra ou metal. As armas eram balançadas como um martelo para obter o efeito de um soco. A cabeça tinha que ser presa fortemente ao punho para prevenir que se soltasse ou quebrasse. O punho de ambos, tanto da clava quanto do machado, tinha que ser alargado, estreitando-se em direção à ponta, para prevenir que a arma escorregasse da mão do guerreiro quando manuseada. Essas armas eram carregadas na mão ou atadas à cintura através de um cinto. A clava era usava para surrar e esmagar, o machado para perfurar e cortar.

PROTEÇÃO DEFENSIVA
A mobilidade de um exército e seu poder de fogo estariam seriamente comprometidos, se os soldados não estivessem individualmente protegidos no campo de batalha.

ESCUDO
Destinado a estabelecer uma barreira entre o corpo de um soldado e a arma de seu inimigo, o escudo era um dos mais antigos meios de proteção. No tempo dos juízes e dos primeiros reis israelitas, importantes guerreiros eram freqüentemente protegidos por um escudo bem grande. Era carregado num suporte especial que permanecia sempre do seu lado direito e desprotegido, funcionando como um guarda-corpo (Juízes 9:54; I Samuel 14:1; 17:7; II Samuel 18:15). O lado direito de um combatente armado era desprotegido porque ele carregava suas armas na mão direita e o escudo na esquerda. O suporte do escudo, no entanto, tinha que ficar no seu lado mais vulnerável - o direito - para protegê-lo (I Samuel 17:41; Salmo 16:8). Naquele tempo era comum ungir o escudo como parte da consagração de um guerreiro israelita e suas armas de batalha (II Samuel 1:21).

COURAÇA
A couraça pessoal protegia o corpo do combatente de ferimento enquanto usava suas mãos livremente para manejar suas armas. O modelo primitivo de couraça deu origem à longa armadura. Consistia de uma túnica comprida feita de couro ou alguma fibra resistente. Era relativamente simples de ser produzida, leve o suficiente para permitir total mobilidade e oferecia proteção para o peito, abdome, costas, coxas e pernas. Equipado dessa forma, o soldado precisaria ter somente um pequeno escudo para proteger os braços e o rosto. Na era do Bronze foi desenvolvido o casaco de malha, que consistia em centenas de pequenas peças sobrepostas de metal unidas como escamas de peixe e costuradas na superfície de uma túnica de tecido ou couro. Antigos documentos afirmam que entre 400 e 600 grandes escamas e muitas centenas de escalas menores eram usadas na produção de um único couraça. Escamas menores e fileiras mais estreitas eram usadas nas partes que requeriam mais flexibilidade, como a garganta e o pescoço. A peça resultante era relativamente flexível, permitindo liberdade de movimento, enquanto as escamas de metal rígido possibilitavam maior proteção pessoal do que o couro e a fibra.

CAPACETE
Considerando-se que a parte mais vulnerável de um soldado em combate era sua cabeça, havia, desde o fim do quarto milênio AC, preocupação com alguma forma de capacete protetor. Capacetes de bronze foram usados por Golias e por Saul (I Samuel 17:5, 38). Embora durante séculos fosse equipamento básico para a infantaria pesada de exércitos estrangeiros, o capacete não parecia ser uma proteção comum dos soldados do exército israelita durante o período da monarquia unida. Dentre as reformas militares introduzidas pelo Rei Uzias no séc. IX AC estava a provisão de capacetes para o exército do reino de Judá (II Crônicas 26:14).

Entretanto, como a Bíblia deixa claro, Deus é a verdadeira Cabeça e Protetor de seus guerreiros e quando Israel se esquecia disso, seus soldados eram derrotados.


Fonte:ViVios

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Prepare-se

Prepare-se

No mês de Agosto eu estarei publicando um serie e estudo sobre uma serie de DVDs intitulados “PREPARE-SE”, que tem perturbado a mente de muitos cristãos neófitos.

Na ocasião estarei abordando o conteúdo de todos os volumes e é claro comparando com a bíblia para ver se tem algum respaldo Bíblico.

Em Agosto....Aguardem!!!


Fonte:ECM

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Biografia de Martinho Lutero

Ainda falando sobre Lutero, A pedido do meu irmão João Batista, estou postando a Biografia de Martinho Lutero, deste seu nascimento, seu ministério, e a grande mudança religiosa e politica que este homem de Deus causou em sua época.
PARA LER A BIOGRAFIA DELE


Fonte:Genios Mundiais

quinta-feira, 15 de julho de 2010

As 95 Teses de Lutero - Completa

As 95 Teses de Lutero - Completa


Confira as 95 tese de Lutero, que deu inicio a reforma Protestante

PARA LER 95 TESE


Fonte:Wikepedia

sábado, 10 de julho de 2010

A biblia não diz

A bíblia não diz que o inferno atacaria a Igreja

resolvi postar esta matéria por dois motivos, primeiro, para o nosso crescimento espiritual é claro. E segundo como forma de retratamento, porque em tempos que eu não possuía muito conhecimento de interpretação bíblica, cheguei a pregar dizendo que o inferno atacaria a igreja, mais ela resistiria.
bom vejamos o que a Bíblia nos diz:

Mateus 16.18:
... edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.



Interpretação popular:

O inferno vai atacar a Igreja, mas, não prevalecerá contra ela.

Considerações:
Antigamente, nas cidades fortificadas, as portas eram importante item de defesa. "Prevalecer contra uma porta" era uma expressão usada para dizer que as portas foram derrubadas e a cidade foi invadida.

Interpretação correta:
Logo, nesta declaração, Jesus não estava dizendo que a Igreja seria atacada pelo inferno. Ao contrário, Ele estava dizendo que a Igreja atacaria o inferno e derrubaria as suas portas.
A mensagem que Jesus passa é ainda mais profunda, na interpretação errada a igreja ficaria recuada sendo atacada pelo inimigo. Mais ao analisarmos o sentido correto do texto vemos que na verdade Jesus esta dizendo que a sua igreja é tão forte que a fortaleza do inimigo não seria pareio para a força da igreja, e a suas portas não aguentaria. Jesus não criou a igreja para que ela ficasse recuada escondida, e sim para que saísse e atacasse, na verdade este versículo nada mais é do que uma complementação do que ele já havia falado.

Mc 16.15 "E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. "


Jesus falava da evangelização, que o inferno não resistiria a força da igreja na propagação da palavra.
Mais de onde vem toda esta força, que permite que a igreja ataque o inferno? Ora a bíblia responde.
Fl 4.13 "Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece."

lembre-se sempre Meditar é melhor do que ler. As vezes as palavras da bíblia querem dizer muito mais do que os seus olhos conseguem ver.

De seu Irmão em Cristo Eneas CM.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

A Bíblia não diz

A Bíblia não diz que somente Pedro foi pedido para ser provado pelo diabo

Quem nunca ouviu uma pregação, as vazes ate de homens de Deus, que por um descuido na leitura, interpreta errado. Mais vamos ver que a biblia realmente diz:

Quando Jesus avisou a Pedro a respeito do pedido de Satanás, quase todos os que conheço falam que Pedro foi pedido para ser cirandado. O que o texto diz é algo totalmente diferente. Confira você mesmo em Lucas 22.31,33.

“Disse também o Senhor. Simão, Simão, eis que Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo; Mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos”.

Quem olha rapidamente para o texto vê apenas Pedro sendo pedido por Satanás, mas quem olha com atenção, descobre que Jesus está falando de algo bem mais amplo, pois disse “vos pediu”.

Se ele estivesse se referindo apenas a Pedro, teria falado “te pediu”. No entanto, com o uso do “vos” referia-se a todos os apóstolos.

Quando lemos as histórias da igreja primitiva descobrimos que, realmente, todos os apóstolos foram provados por Satanás. E, por que Pedro foi avisado de forma especial por Jesus?

A resposta é muito simples. Jesus chamou Pedro de “homem de pequena fé”. E no texto que lemos a inferência é clara que Pedro ainda não era um convertido no verdadeiro sentido da palavra. Alguma coisa muito séria faltava na experiência dele.

Jesus falou com Pedro que havia rogado por ele, em especial, porque Pedro era fraco e precisou de uma ajuda extra para resistir à tremenda tentação que veio sobre ele logo em seguida e anos depois.

Fonte:ECM

domingo, 4 de julho de 2010

As cinco vias que prova a existencia de Deus

As cinco vias que prova a existência de Deus

Resolvi publicar sobre as cinco vias de São Tomas de Aquino, um filosofo cristão do século XII, que baseando-se nas teses de Aristóteles criou cinco vias que provam a existência de Deus.

Com o uso da razão é possível demonstrar a existência de Deus, para isto propõe as 5 vias de demonstração:
Primeira via
Primeiro Motor Imóvel: Tudo o que se move é movido por alguém, é impossível uma cadeia infinita de motores provocando o movimento dos movidos, pois do contrário nunca se chegaria ao movimento presente, logo há que ter um primeiro motor que deu início ao movimento existente e que por ninguém foi movido.
Segunda via
Causa Primeira: Decorre da relação "causa-e-efeito" que se observa nas coisas criadas. É necessário que haja uma causa primeira que por ninguém tenha sido causada, pois a todo efeito é atribuída uma causa, do contrário não haveria nenhum efeito pois cada causa pediria uma outra numa sequência infinita.
Terceira via
Ser Necessário: Existem seres que podem ser ou não ser (contingentes), mas nem todos os seres podem ser desnecessários se não o mundo não existiria, logo é preciso que haja um ser que fundamente a existência dos seres contingentes e que não tenha a sua existência fundada em nenhum outro ser.
Quarta via
Ser Perfeito: Verifica-se que há graus de perfeição nos seres, uns são mais perfeitos que outros, qualquer graduação pressupõe um parâmetro máximo, logo deve existir um ser que tenha este padrão máximo de perfeição e que é a Causa da Perfeição dos demais seres.
Quinta via
Inteligência Ordenadora: Existe uma ordem no universo que é facilmente verificada, ora toda ordem é fruto de uma inteligência, não se chega à ordem pelo acaso e nem pelo caos, logo há um ser inteligente que dispôs o universo na forma ordenada.


Fonte:Eneas CM e Wikipédia

sexta-feira, 2 de julho de 2010

“O que foi o espinho na carne de Paulo?”

“O que foi o espinho na carne de Paulo?”

Resposta: Várias explicações sobre a natureza do espinho na carne de Paulo já foram dadas. Elas variam de tentação incessante, doença intratável ou crônica (tais como problemas no olho – Gálatas 4:15, malária, enxaquecas e epilepsia), a problemas de linguagem. Ninguém pode dizer por certo o que era, mas provavelmente era uma aflição física.
O que sabemos sobre esse espinho na carne é mencionado por Paulo em 2 Coríntios 12:7: “E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte.” O seu propósito era para fazer com que Paulo permanecesse humilde. Qualquer pessoa que tivesse encontrado Jesus, falado com Ele ou sido enviado pessoalmente por Ele (Atos 9:2-8), ficaria, em seu estado natural, orgulhoso da sua experiência incrível. Acrescente a isso o fato de que Ele tinha sido guiado pelo Espírito Santo a escrever muito do Novo testamento, e é fácil ver como ele poderia ter se tornado orgulhoso e arrogante. Segundo, sabemos que a aflição veio de Satanás ou um de seus mensageiros. Assim como Deus permitiu que Satanás atormentasse a Jó (Jó 1:1-12), Deus permitiu que Satanás atormentasse Paulo para que Seu propósito e Sua vontade fossem executados.
É fácil compreender por que Paulo consideraria esse espinho como um atrapalho a um ministério mais efetivo e amplo (Gálatas 5:14-16) e por que ele pediu continuamente a Deus que o removesse de sua vida (2 Coríntios 12:8). No entanto, ele aprendeu dessa experiência a lição que influencia essa carta aos Coríntios: poder divino é melhor demonstrado quando no meio de fraqueza humana (2 Coríntios 4:7), para que apenas Deus receba o louvor e crédito (2 Coríntios 10:17). Ao invés de remover o problema, Deus o deu graça e força dentro da situação e através da mesma, e foi Ele quem declarou que sua graça é “suficiente”.


Fonte:ECM

segunda-feira, 28 de junho de 2010

CURIOSIDADES BIBLICAS

CURIOSIDADES BÍBLICAS

A primeira citação da redondeza da terra confirmava a ideia de Galileu, de um planeta esférico. Bastava que os descobridores conhecessem a bíblia. (Isaías 40: 22)

Davi, além de poeta, músico e cantor foi o inventor de diversos instrumentos musicais. (Amós 6: 5)

O tio e a tia de Jesus se tornaram "crentes" na sua pregação antes de sua crucificação. (Lucas 24: 13 - 18, João19: 25)

O nome "cristão" só aparece três vezes na Bíblia. (Atos 11: 26, Atos 26: 28 e I Pedro 4: 16)

A "Epístola da Alegria" , a carta de Paulo aos Filipenses, foi escrita na prisão e as expressões de alegria aparecem 21 vezes na epístola.

Quem dá aos pobres, empresta a Deus, e Ele lhe pagará. (Provérbios 19: 17)

O trânsito pesado e veloz, os cruzamentos e os faróis acesos aparecem descritos exatamente como nos dias de hoje. (Naum 2: 4)

A mensagem através de "out-doors" é uma citação bíblica detalhada. (Habacuque 2: 2)

Quem cortou o cabelo de Sansão não foi Dalila, mas um homem. (Juízes 16: 19)

O nome mais comprido e estranho de toda a bíblia é Maersalalhasbas - filho de Isaias. (Isaías 8: 3 - 4)

Extraído do Jornal do Capítulo "Avenida Paulista" da ADHONEP em São Paulo: Você sabia que a palavra fé só é encontrada uma vez no antigo testamento? (Hc 2: 4)

Vc sabia que a palavra "Deus" aparece 2.658 vezes no V.T. e 1.170 vezes no N.T. num total de 3.828 vezes??


FONTE: ECM


sábado, 26 de junho de 2010

A DIFERENÇA ENTRE OS DOIS CONCERTOS

A DIFERENÇA ENTRE OS DOIS CONCERTOS

ANTIGO CONCERTO:
1) Dado por Moisés (Jo.1:17).
2) Jugo de servidão (Gl.5:1).
3) Findou em Cristo (Rm.10:4).
4) Produz Morte (IICor.3:7).
5) Produz Condenação (IICor.3:9).
6) Era sombra (Cl.2:14-17)
7) Exige Justiça (Lc.10:28).
8) Nada aperfeiçoou (Hb.7:19).
9) Veio em glória (IICor.3:7).
10) Pobre para salvar (Hb.9:9).
11) Relembra o pecado (Hb.10:3).
12) Glória encoberta (IICor.3:13).
13) Traz maldição (Gl.3:10).
14) Sob a lei (Rm.6:14,15).
15) Sem herança (Rm.4:13).
16) Ratificado c/ sangue de animais (Hb.9:16-22).
17) Produz ira (Rm.4:15).
18) Não pode remir (Hb.10:4).
Abolição predita (Os.2:11)

NOVO CONCERTO:
1) Dado por Cristo (Hb.8:6;9:15).
2) Lei da liberdade (Tg.1:25).
3) Estabelecido por Cristo (Hb.10:9).
4) Produz Vida (Rm.8:2).
5) Produz liberdade (Gl.5:1).
6) É realidade (Hb.10:1-18).
7) Oferece Justiça (Jo.1:17; 3:16)
8) Produz perfeição (Hb. 7:19).
9) Maior Glória (IICor.3:8-10).
10) Salva perfeitamente (Hb.7:25).
11) Apaga o pecado (Hb.8:12).
12) Refletindo glória (IICor.3:8).
13) Liberta da maldição (Gl.3:13).
14) Sob a graça (Gl.3:22-25).
15) Eterna Herança (Hb.9:15).
16) Ratificado com o sangue de Jesus Cristo (Mt.26:26-28).
17) Livra da ira (Rm.5:9).
18) Redime (Gl.3:13; Hb.9:25).
Estabelecimento predito (Hb.8:7)


fonte:ECM

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Descrição Histórica de Jesus

Descrição Histórica de Jesus

O documento está arquivado e exposto em Jerusalém

Este documento foi escrito por um romano que servia ao Imperador da Judéia, portanto, testemunha ocular da presença de Jesus naquelas paragens, homem que assistiu a muitos comícios do Nazareno e que mandou a seguinte carta ao imperador Tibério César, antes da morte de Jesus.

“Sabendo que desejais conhecer quanto vou narrar-vos, escrevo-vos esta carta. Nestes tempos apareceu na Judéia um homem de virtudes singulares, que se chama Jesus e que pelo povo é chamado de O Grande Profeta. Seus discípulos dizem ser ele o Filho de Deus. Em verdade, ó César, cada dia dele se contam raros prodígios: ressuscita os mortos, cura todas as enfermidades e tem assombrado Jerusalém com sua extraordinária doutrina. É de estatura elevada e nobre, e há tanta majestade em seu rosto que aqueles que o vêem são levados a amá-lo ou a temê-lo.

Tem os cabelos cor de amêndoa madura, separados ao meio, os quais descem ondulados sobre os ombros, ao estilo dos nazarenos. Tem fronte larga e aspecto sereno. Sua pele é límpida e corada: o nariz e a boca são de admirável simetria. A barba é espessa e tem a mesma cor dos cabelos. Suas mãos são finas e longas e seus braços de uma graça harmoniosa. Seus olhos são plácidos e brilhantes, e o que surpreende é que resplandecem no seu rosto como raios de sol, de modo que ninguém pode olhar fixo o seu semblante, pois quando refulge, faz temer, e quando ameniza, faz chorar.

É alegre e grave ao mesmo tempo. É sóbrio e comedido em seus discursos. Condenando e repreendendo, é terrível; instruindo e exortando, sua palavra é doce e acariciadora. Ninguém o tem visto rir. Muitos, porém, o tem visto chorar. Anda com os pés descalços e com a cabeça descoberta. Há quem o despreze vendo-o à distância, mas estando em sua presença não há quem não estremeça com profundo respeito. Dizem que este Jesus nunca fez mal a ninguém, mas, ao contrário, aqueles que o conhecem e com ele têm andado afirmam ter dele recebido grandes benefícios e saúde. Afirma-se que um homem como esse nunca foi visto por estas partes. Há, todavia os que o acusam de ser contra a lei de Vossa Majestade, porquanto afirma que reis e escravos são iguais perante Deus”.

Vale, da Majestade Vossa, fedelíssimo e obrigadíssimo.

Públio Lêntulo, presidente da Judéia.

Texto retirado do Jornal Zero Hora- 15/04/2001 – Coluna Paulo Santana


PS. Os escritos são verdadeiros e datados realmente da epoca de cristo, só que não existe nenhuma forma de provar que o homem que escreveu este relato dizia a verdade... ECM


terça-feira, 15 de junho de 2010

As 10 Pragas do Egito

As 1o Pragas do Egito

O Senhor execultou Julgamento contra o povo egípcio, ou contra os deuses impotentes do Egito?
veja;

1ª praga: ÁGUA DO NILO E OUTRAS SE TRANSFORMARAM EM SANGUE.
(O Deus do Nilo, Hápi, foi desmoralizado)

2ª praga: RÃS.
(A Deusa-Rã, Heqt, foi incapaz de impedi-la)

3ª praga: PÓ SE TRANSFORMOU EM BORRACHUDOS.
(Tot, senhor da magia foi desmoralizado)

4ª praga: MOSCÕES POR TODO O EGITO, EXCETO EM GÓSEN ONDE O POVO DE ISRAEL VIVIA.
(Ptah, criador do universo nada pode fazer)

5ª praga: PESTE NO GADO.
(Hator, deusa-vaca e Ápis, deus-touro, nada puderam fazer)

6ª praga: FURUNCULOS.
(Ísis, deusa-da-medicina, nada pode fazer)

7ª praga: TROVÕES E SARAIVA.
(Reshpu, controlador das chuvas, relâmpagos e trovões também foi desmoralizado)

8ª praga: GAFANHOTOS QUE DESTRUÍRAM AS PLANTAÇÕES.
(Min, deus da fertilidade e protetor das colheitas tambem foi desmoralizado)

9ª praga: TRÊS DIAS DE ESCURIDÃO.
(Rá, o destacado deus-sol e Hórus um deus solar foram desmralizados)

10ª praga: O ANJO DA MORTE QUE MATOU OS PRIMOGÊNITOS DO EGITO, INCLUSIVE O FILHO DE FARÁO QUE ERA TIDO COMO UM DEUS ENCARNADO.
(Amon-Rá, representado como carneiro e o próprio filho de faraó foram incapazes de impedi-la)

Vimos aí, amados, que as Pragas eram para provar ao povo do Egito que só o Senhor é Deus, porém eles não entederam. Deus seja com todos vocês.


fonte:ja-online

sábado, 12 de junho de 2010

A biblia não diz

A Bíblia não diz que o filho pródigo comeu da comida dos porcos

Há muitos que afirmam, durante suas mensagens, que o filho pródigo depois que gastou toda sua fortuna, de maneira dissoluta, foi trabalhar nos campos de certo cidadão, cuidando de porcos. Até aí está tudo de acordo com o que diz a Bíblia. Contudo, gostam de acrescentar que o filho pródigo comia comida de porcos, as alfarrobas, que servia aos suínos que apascentava.

A Bíblia diz apenas que ele “desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam” (Lucas 15.16). Entre desejar comer e efetivamente deglutir aquela alimentação estranha ao homem, era algo bem diverso.

Algumas traduções dão “alfarrobas”, enquanto que outras dão “bolotas”. Encontramos traduções com “vagens”, “palha de milho” e “legumes”. Julgamos que a melhor tradução e mesmo “bolotas”, que são glandes do carvalho ou da azinheira.

Outra curiosidade do texto é que esta expressão “ninguém lhe dava NADA”. (V-16), dá a impressão que ele queria comer as bolotas e ninguém queria lhe dar algum pão ou outro tipo de comida. Esta palavra NADA é um acréscimo de composição, ou seja, palavras que são colocadas para compor melhor o texto, mas que não se encontram nos originais.

A tradução mais correta seria, então, a seguinte. “E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, mas ninguém LHAS DAVA”. Ou seja, ele bem que comeria as tais bolotas, o problema é que nem mesmo as bolotas eram liberadas para sua alimentação.



fonte:Leia a Biblia

sexta-feira, 11 de junho de 2010

A Bíblia não diz que existe mais de um arcanjo

A Bíblia não diz que existe mais de um arcanjo

Apesar de uma tradição, afirmar que existem três arcanjos - Miguel, Gabriel e Rafael - a Bíblia jamais fala de mais de um arcanjo, o qual é Miguel.
Gabriel é um anjo poderoso que, segundo seu próprio testemunho “assiste diante de Deus” (Lucas 1.19), porém não existe qualquer referência que aponte Gabriel como arcanjo. Como anjo, sim, mas como arcanjo, nunca.
Rafael não é citado na Bíblia, portanto está fora se cogitação. Resta Miguel. Este é realmente O arcanjo de que falam as Escrituras. Como o próprio nome está dizendo, ARCANJO significa “Primeiro Anjo”, ou “Anjo Principal”, logo, se existe um primeiro, ou principal, os outros são anjos, mas não arcanjos.
As referências a respeito de tal assunto encontram-se nos textos que citamos a seguir.
I Tessalonicenses 4.16 - “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido e com VOZ DE ARCANJO e com a trombeta de Deus. E os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.
A RA é mais específica pois diz “a voz DO arcanjo”.
Judas 9 - “Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo..”.
Apocalipse 12.7 - “E houve batalha no céu. Miguel e os seus anjos batalharam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos”.
Como vemos, Miguel é o comandante dos anjos, ou seja, O anjo principal, OU ARCANJO!




Fonte: Lei a Biblia

quarta-feira, 9 de junho de 2010

A Bíblia não diz que Jacó teve que esperar 14 anos para casar-se com Raquel

O sogro de Jacó era um homem muito ladino. Quando viu que Jacó queria casar-se com sua filha Raquel, por quem estava apaixonado, propôs ao futuro genro um acordo. Ele tinha que trabalhar de graça durante sete anos para poder conseguir a tão sonhada esposa.

Todos conhecem a história da astúcia de Labão. Quando terminaram os sete anos, na noite de núpcias, em lugar de Jacó encontrar no leito nupcial sua tão sonhada eleita, encontrou sua irmã mais velha, Lia.

No dia seguinte, decepcionado procurou o sogro. Ele simplesmente disse que aquilo era um costume da terra. Não era possível casar-se com a mais nova quando a mais velha ainda estava solteira. Jacó concordou, mas teve que concordar, também, que para casar-se com Raquel tinha que trabalhar mais sete anos de graça.

São muitos os que pregam que Jacó teve de esperar mais sete anos, casado com Lia para poder casar-se com Raquel. A Bíblia simplesmente não diz isto. Labão falou que ele esperaria passar a semana de Lia, que eram os dias de bodas e, em seguida, casaria com Raquel. Foi exatamente isto que aconteceu. Depois de sete dias ele se casou com Raquel, embora tivesse de trabalhar mais sete anos depois daquilo, porém já estava casado. Pode conferir, agora, o relato em Gênesis 29.26-28.

“E disse Labão. Não se faz assim no nosso lugar, que a menor se dê antes da primogênita. Cumpre a semana desta; então te daremos também a outra, pelo serviço que ainda outros sete anos servires comigo. E Jacó fez assim. E cumpriu a semana desta. Então lhe deu por mulher Raquel sua filha”.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Voce Sabia?

Antes, a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos. A divisão em capítulos foi
feita no ano de 1250, pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das
Escrituras. A divisão em versículos foi feita de duas vezes. O AT em 1445, pelo Rabi
Nathan; o NT em 1551, por Robert Stevens, um impressor de Paris. Stevens publicou a
primeira Bíblia (Vulgata Latina) dividida em capítulos e versículos em 1555. O AT tem 929
capítulos e 23.214 versículos. O NT tem 260 capítulos e 7.959 versículos. A Bíblia toda tem
1.189 capítulos e 31.173 versículos. O número de palavras e letras depende do idioma e da
versão. O maior capítulo é o Salmo 119, e o menor o Salmo 117. O maior versículo está em
Ester 8.9; o menor, em Êxodo 20.30. (Isso, nas versões portuguesas e com exceção da chamada
"Tradução Brasileira", onde o menor é Lucas 20.30). Em certas línguas, o menor é
João 11.35. Os livros de Ester e Cantares não contêm a palavra Deus, porém a presença de
Deus é evidente nos fatos neles desenrolados, mormente em Ester. Há na Bíblia 8.000
menções de Deus sob vários nomes divinos, e 177 menções do Diabo, sob seus vários nomes.

Lei a Biblia!!!
Você Sabia?

A vinda do Senhor é referida direta e indiretamente 1.845 vezes, sendo 1.527 no AT
e 318 no NT. - Não é esse um assunto para séria meditação? O Salmo 119 tem em hebraico
22 seções de 8 versículos cada uma. O número 22 corresponde ao número de letras do
alfabeto hebraico. Cada uma das 22 seções inicia com uma letra desse alfabeto, e, dentro, de
cada seção, todos os versículos começam com a letra da respectiva seção. Caso semelhante
há no livro de Lamentações de Jeremias. Ali, em hebraico, os capítulos 1,2,4, têm 22
versículos cada um, compreendendo as 22 letras do alfabeto, de álefe a tau. Porém o
capítulo 3 tem 66 versículos, levando cada três deles, a mesma letra do alfabeto.

Leia a Biblia!!!
Você Sabia?

Há casos assim na estrutura da Bíblia. Isso jamais poderia ser obra do acaso. A
frase "não temas" ocorre 365 vezes em toda a Bíblia, o que dá uma para cada dia do ano! O
capítulo 19 de 2 Reis é idêntico ao 37 de Isaías. O AT encerra citando a palavra "maldição";
o NT encerra citando a expressão: "a graça do Nosso Senhor Jesus Cristo." A Bíblia foi o
primeiro livro impresso no mundo após a invenção do prelo; isso deu-se em 1452, em
Mogúncia, Alemanha. Os números 3 e 7 predominam admiravelmente em toda a Bíblia. O
nome de Jesus consta do primeiro e do último versículos do NT.

Lei a Biblia!!!

sábado, 15 de maio de 2010

As 95 Teses de lutero

As 95 Teses de lutero - Completa

Todos sabemos que Martinho Lutero defendeu com muita propriedade suas 95 testes ante a doutrina da igreja católica. Trouxe então para o conhecimento de todos os detalhes do que foi pregado na abadia de Wittenberg no dia 31 de outrubro de 1517.
O texto original foi afixado por Lutero em latim, mas a nossa versão está em portugues para a apreciação de todos.
As 95 teses afixadas por Martinho Lutero na Abadia de Wittenberg a 31 de outubro de 1517, fundamentalmente "contra o comércio das indulgências"
Movido pelo amor e pelo empenho em prol do esclarecimento da verdade, discutir-se-á em Wittemberg, sob a presidência do Rev. Padre Martinho Lutero, o que segue. Aqueles que não puderem estar presentes para tratarem o assunto verbalmente conosco, o poderão fazer por escrito.
Em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.
1ª Tese
Dizendo nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo: Arrependei-vos... etc., certamente quer que toda a vida dos seus crentes na terra seja contínuo e ininterrupto arrependimento.

2ª Tese
E esta expressão não pode e não deve ser interpretada como referindo-se ao sacramento da penitência, isto é, à confissão e satisfação, a cargo dos sacerdotes.

3ª Tese
Todavia não quer que apenas se entenda o arrependimento interno; o arrependimento interno; o arrependimento interno nem mesmo é arrependimento quando não produz toda sorte de mortificação da carne.

4ª Tese
Assim sendo, o arrependimento e o pesar, isto é, a verdadeira penitência, perdura enquanto o homem se desagradar de si mesmo, a saber, até à entrada para a vida eterna.

5ª Tese
O papa não quer e não pode dispensar de outras penas além das que impôs ao seu alvitre ou nem acordo com os cânones, que são estatutos papais.

6ª Tese
O papa não pode perdoar dívida, senão declarar e confirmar aquilo que já foi perdoado por Deus, ou então o faz nos casos que lhe foram reservados. Nestes casos, se desprezados, a dívida em absoluto deixaria de ser anulada ou perdoada.

7ª Tese
Deus a ninguém perdoa a dívida sem que ao mesmo tempo o subordine, em sincera humildade, ao ministro, seu substituto.

8ª Tese
Cânones poenitentiales, que são as ordenanças de prescrição da maneira em que se deve confessar e expiar, apenas são impostos aos vivos, e, de acordo com as mesmas ordenanças, não dizem respeito aos moribundos.

9ª Tese
Eis por que o Espírito Santo nos faz bem mediante o papa, excluindo este de todos os seus decretos ou direitos o artigo da morte e da necessidade suprema.

10ª Tese
Procedem desajuizadamente e mal os sacerdotes que reservam e impõe aos moribundos penitências canônicas ou para o purgatório a fim de ali serem cumpridas.

11ª Tese
Este joio, que é o de transformar a penitência e satisfação, prevista pelos cânones ou estatutos, em penitência ou penas do purgatório, foi semeado enquanto os bispos dormiam.

12ª Tese
Outrora canônica poenae, ou seja, penitência e satisfação por pecados cometidos, eram impostos, não depois, mas antes da absolvição, com a finalidade de provar a sinceridade do arrependimento e do pesar.

13ª Tese
Os moribundos tudo satisfazem com a sua morte e estão mortos para o direito canônico, sendo, portanto, dispensados, com justiça, de sua imposição.

14ª Tese
Piedade ou amor imperfeitos da parte daquele que se acha às portas da morte, necessariamente resultam em grande temor; logo, quanto menos o amor, tanto maior o temor.

15ª Tese
Este temor e espanto em si tão só, sem nos referirmos a outras coisas, basta para causar o tormento e o horror do purgatório, pois se avizinham da angústia do desespero.

16ª Tese
Inferno, purgatório e céu parecem ser tão diferentes quanto o são um do outro o desespero completo, incompleto ou quase desespero e certeza.

17ª Tese
Parece que assim como no purgatório diminuem a angústia e o espanto das almas, também deve crescer e aumentar o amor.

18ª Tese
Bem assim parece não ter sido provado, nem por boas razões e nem pela Escritura, que as almas do purgatório se encontram fora da possibilidade do mérito ou do crescimento no amor.

19ª Tese
Parece ainda não ter sido provado que todas as almas do purgatório tenham certeza de sua salvação e não receiem mais por ela, não obstante nós termos esta certeza.


20ª Tese
Por isso o papa não quer dizer e nem compreender com as palavras “perdão plenário de todas as penas” o perdão de todo o tormento, mas tão só as penas por ele impostas.

21ª Tese
Eis por que erram os apregoadores de indulgências ao afirmarem ser o homem perdoado de todas as penas e salvo mediante indulgência do papa.

22ª Tese
Com efeito, o papa nenhuma pena dispensa às almas do purgatório das que, segundo os cânones da igreja, deviam ter expiado e pago na presente vida.

23ª Tese
Verdade é que se houver qualquer perdão plenário das penas, este apenas será dado aos mais perfeitos, que são muitos poucos.

24ª Tese
Logo, a maioria do povo é ludibriado com as pomposas promessas do indistinto perdão, impressionando-se o homem singelo com as penas pagas.

25ª Tese
Exatamente o mesmo poder geral que o papa tem sobre o purgatório, qualquer bispo e cura d’almas o tem no seu bispado e na sua paróquia, quer de modo especial e quer para com os seus em particular.

26ª Tese
O papa faz muito bem em não conceder o perdão às almas em virtude do poder das chaves (coisa que não possui), mas pela ajuda ou em forma de intercessão.

27ª Tese
Pregam futilidades humanas quantos alegam que no momento em que a moeda soa ao cair na caixa a alma se vai do purgatório.

28ª Tese
Certo é que, no momento em que a moeda soa na caixa, vem lucro, e o amor ao dinheiro cresce e aumenta; a ajuda, porém, ou a intercessão da igreja tão só correspondem à vontade e ao agrado de Deus.

29ª Tese
E quem sabe, se todas as almas do purgatório querem ser libertadas, quando há quem diga o que sucedeu com S. Severino e Pascoal.

30ª Tese
Ninguém tem certeza da suficiência do arrependimento e pesar verdadeiros, muito menos certeza pode ter de haver alcançado pleno perdão dos seus pecados.


31ª Tese
Tão raro como existe alguém que possui arrependimento e pesar verdadeiros, tão raro também é aquele que verdadeiramente alcança indulgência, sendo bem poucos os que se encontram.

32ª Tese
Irão para o diabo, juntamente com os seus mestres, aqueles que julgam obter certeza de sua salvação mediante breves de indulgência.

33ª Tese
Há que acautelar-se muito e ter cuidado daqueles que dizem: A indulgência do papa é a mais sublime e mais preciosa graça ou dádiva de Deus, pela qual o homem é reconciliado com Deus.

34ª Tese
Tanto assim que a graça da indulgência apenas se refere à pena satisfatória, estipulada por homens.

35ª Tese
Ensinam de maneira ímpia quantos alegam que aqueles que querem livrar almas do purgatório ou adquirir breves de confissão não necessitam de arrependimento e pesar.

36ª Tese
Tudo o cristão que se arrepende verdadeiramente dos seus pecados e sente pesar por ter pecado, tem pleno perdão da pena e da dívida, perdão esse que lhe pertence mesmo sem breve de indulgência.

37ª Tese
Todo e qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, é participante de todos os bens de Cristo e da Igreja, por dádiva de Deus, mesmo sem breve de indulgência.

38ª Tese
Entretanto se não devem desprezar o perdão e a distribuição deste pelo papa. Pois, conforme declarei, o seu perdão consiste numa declaração do perdão divino.

39ª Tese
Ë extremamente difícil, mesmo para os mais doutos teólogos, exaltar diante do povo ao mesmo tempo a grande riqueza da indulgência e, ao contrário, o verdadeiro arrependimento e pesar.

40ª Tese
O verdadeiro arrependimento e pesar buscam e amam o castigo; mas a profusão da indulgência livra das penas e faz com que se as aborreça, pelo menos quando há oportunidade para tanto.

41ª Tese
É necessário pregar cautelosamente sobre a indulgência papal, para que o homem singelo não julgue erradamente ser a indulgência preferível às demais obras de caridade ou melhor do que elas.

42ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos, não ser pensamento e opinião do papa que a aquisição de indulgências de alguma maneira possa ser comparada com qualquer obra de caridade.

43ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos, proceder melhor quem dá aos pobres ou empresta ao necessitado do que os que compram indulgência.

44ª Tese
É que pela obra de caridade cresce o amor ao próximo e o homem torna-se mais piedoso; pelas indulgências, porém, não se torna melhor senão mais seguro e livre da pena.

45ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos que aquele que vê seu próximo padecer necessidade e a despeito disto gasta dinheiro com indulgências, não adquire indulgência do papa, mas desafia a ira de Deus.

46ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos que, se não tiverem fartura, fiquem com o necessário para a casa e de maneira nenhuma o esbanjem com indulgências.

47ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos ser a compra de indulgência livre e não ordenada.

48ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos que se o papa precisa conceder mais indulgências, mais necessita de uma oração fervorosa do que de dinheiro.

49ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos serem muito boas as indulgências do papa enquanto o homem não confiar nelas; mas muito prejudiciais quando, em conseqüência delas, se perde o temor de Deus.

50ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos que se o papa tivesse conhecimento da traficância dos apregoadores de indulgência, preferiria ver a basílica de São Pedro ser reduzida a cinzas a ser edificada com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.

51ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos que o papa, por um dever seu, preferiria distribuir o seu dinheiro aos que em geral são despojados do dinheiro pelos apregoadores de indulgência, vendendo, se necessário, a própria basílica de São Pedro.

52ª Tese
Esperar ser salvo mediante breves de indulgência é vaidade e mentira, mesmo se o comissário de indulgências e o próprio papa oferecessem sua alma como garantia.

53ª Tese
São inimigos de Cristo e do papa quantos por causa da prédica de indulgências proíbem a palavra de Deus nas demais igrejas.

54ª Tese
Comete-se injustiça contra a palavra de Deus quando, no mesmo sermão, se consagra tanto ou mais tempo à indulgência do que à pregação da palavra do Senhor.

55ª Tese
A intenção do papa não pode ser outra do que celebrar a indulgência, que é a coisa menor, com um toque de sino, uma pompa, uma cerimônia, enquanto o evangelho, que é o essencial, importa ser anunciado mediante cem toques de sino, centenas de pompas e solenidades.

56ª Tese
Os tesouros da igreja, dos quais o papa tira e distribui as indulgências, não são bastante mencionados e nem suficientemente conhecidos na Igreja de Cristo.

57ª Tese
É evidente que não são bens temporais, porquanto muitos pregadores não os distribuem com facilidade, antes os ajuntam.

58ª Tese
Também não são os merecimentos de Cristo e dos santos, porquanto este sempre são suficientes, e, independente do papa, operam graça do homem interior e são a cruz, a morte e o inferno do homem exterior.

59ª Tese
São Lourenço chama aos pobres, os quais são membros da Igreja, tesouros da Igreja, mas no sentido em que a palavra era usada na sua época.

60ª Tese
Afirmamos com boa razão, sem temeridade ou leviandade, que estes tesouros são as chaves da Igreja, que lhe foram dadas pelo merecimento de Cristo.

61ª Tese
Evidente é que, para o perdão das penas e para a absolvição em determinados casos, o poder do papa por si só basta.

62ª Tese
O verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo evangelho da glória e da graça de Deus.

63ª Tese
Este tesouro, porém, é muito desprezado e odiado, porquanto faz com que os primeiros sejam os últimos.

64ª Tese
Enquanto isso o tesouro das indulgências é notoriamente o mais apreciado, porque faz com que os últimos sejam os primeiros.

65ª Tese
Por essa razão os tesouros evangélicos foram outrora as redes com que se apanhavam os ricos e abastados.

66ª Tese
Os tesouros das indulgências, porém, são as redes com que hoje se apanham as riquezas dos homens.

67ª Tese
As indulgências, apregoadas pelos seus vendedores como a mais sublime graça, decerto assim são consideradas porque lhes trazem grandes proventos.

68ª Tese
Nem por isso semelhante indulgência é a mais ínfima graça, comparada com a graça de Deus e a piedade da cruz.

69ª Tese
Os bispos e os sacerdotes são obrigados a receber os comissários das indulgências apostólicas com toda reverência.

70ª Tese
Entretanto tem muito maior dever de conservar abertos os olhos e ouvidos, para que estes comissários, em vez de cumprirem as ordens recebidas do papa, não apregoem os seus próprios sonhos.

71ª Tese
Quem levanta a sua voz contra a verdade das indulgências papais é excomungado e maldito.

72ª Tese
Aquele, porém, que se insurgir contra as palavras insolentes e arrogantes dos apregoadores de indulgências, seja abençoado.
73ª Tese
Da mesma maneira em que o papa usa de justiça ao fulminar com a excomunhão aos que em prejuízo do comércio de indulgências procedem astuciosamente.

74ª Tese
Muito mais deseja atingir com o desfavor e a excomunhão àqueles que, sob pretexto de indulgências, prejudicam a santa caridade e a verdade pela sua maneira de agirem.

75ª Tese
Considerar a indulgência do papa tão poderosa, a ponto de absolver alguém dos pecados, mesmo que (coisa impossível de se expressar) tivesse deflorado a mãe de Deus, significa ser demente.

76ª Tese
Bem ao contrário afirmamos que a indulgência do papa nem mesmo pode anular o menor pecado venial no que diz respeito a culpa que representa.

77ª Tese
Afirmar que nem mesmo São Pedro, se no momento fosse papa, poderia dispensar maior indulgência, constitui insulto contra São Pedro e o papa.

78ª Tese
Dizemos, ao contrário, que o atual papa, e todos os que o sucederam, é detentor de muito maior indulgência, isto é, o evangelho, dom de curar, etc., de acordo com o que diz 1 Corinto 12.6-9.

79ª Tese
Alegar ter a cruz de indulgências, erguida e adornada com as armas do papa, tanto valor como a própria cruz de Cristo é blasfêmia.

80ª Tese
Os bispos, padres e teólogos que consentem em semelhante linguagem diante do povo, terão de prestar contas desta atitude.

81ª Tese
Semelhante pregação, a enaltecer atrevida e insolentemente a indulgência, torna difícil até homens doutos defenderem a honra e dignidade do papa contra a calúnia e as perguntas mordazes e astutas dos leigos.

82ª Tese
Haja vista exemplo como este: Por que o papa não livra duma só vez todas as almas do purgatório, movido pela santíssima caridade e considerando a mais premente necessidade das mesmas, havendo santa razão para tanto, quando, em troca de vil dinheiro para a construção da basílica de São Pedro, livra inúmeras delas, logo por motivo bastante infundado?

83ª Tese
Outrossim: Por que continuam as exéquias e missas de ano em sufrágio das almas dos defuntos e não se devolve o dinheiro recebido para esse fim ou não se permite os doadores busquem de novo os benefícios ou prebendas oferecidos em favor dos mortos, quando já não é justo continuar a rezar pelos que se acham remidos?

84ª Tese
E: Que nova santidade de Deus e do papa é esta a consentir a um ímpio e inimigo resgate uma alma piedosa e agradável a Deus por amor ao dinheiro e não livrar esta mesma alma piedosa e amada por Deus do seu tormento por amor espontâneo e sem paga?

85ª Tese
E: Por que os cânones de penitência, isto é, os preceitos de penitência, que faz muito caducaram e morreram de fato pelo desuso, tornam a remir mediante dinheiro, pela concessão de indulgência, como se continuassem em vigor e bem vivos?

86ª Tese
E: Por que o papa, cuja fortuna é maior do que a de qualquer Creso, não prefere construir a basílica de São Pedro de seu próprio bolso em vez de o fazer com o dinheiro de cristãos pobres?

87ª Tese
E: Que perdoa ou concede o papa pela sua indulgência àqueles que pelo arrependimento completo tem direito ao perdão ou indulgência plenária?

88ª Tese
Afinal: Que benefício maior poderia receber a igreja se o papa, que atualmente o faz uma vez ao dia cem vezes ao dia concedesse aos fiéis este perdão a título gratuito?

89ª Tese
Visto o papa visar mais a salvação das almas mediante a indulgência do que o dinheiro, por que razão revoga os breves de indulgência outrora por ele concedidos, quando tem sempre as mesmas virtudes?

90ª Tese
Desfazer estes argumentos muito sutis dos leigos, recorrendo apenas à força e não por razões sólidas apresentadas, significa expor a igreja e o papa ao escárnio dos inimigos e desgraçar os cristãos.

91ª Tese
Se, portanto, a indulgência fosse apregoada no espírito e sentido do papa, estas objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido.

92ª Tese
Fora, pois, com todos este pregadores que dizem à igreja de Cristo: Paz! Paz! Sem que haja paz!

93ª Tese
Abençoados, porém, sejam todos os pregadores que dizem à igreja de Cristo: Cruz! Cruz! Sem que haja cruz!

94ª Tese
Admoeste-se os cristãos a que se empenhem em seguir seu Cabeça, Cristo, através da cruz, da morte e do inferno;

95ª Tese
E desta maneira mais esperem entrar no reino dos céus por muitas aflições do que confiando em promessas de paz infundadas.


Fonte: Wikipedia
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